Prof. Marco Moreira termina o curso de Pós Graduação em Futebol e Futsal na UGF e agora tem o título de Prof. Especialista.


Na foto, o prof. Marco Moreira com o prof. Dr. Antonio Coppi Navarro na Universidade Gama Filho em Campinas


Prof. Marco Moreira termina o curso de Pós Graduação em Futebol e Futsal na UGF e agora tem o título de Prof. Especialista.

Com início dia 05/05/2012 e após um ano e meio de estudos cursando a Pós Graduação em Futebol e Futsal na Universidade Gama Filho em Campinas, o técnico de futsal feminino do DEC/SJRio Pardo, prof. Marco Antonio Moreira entregou e apresentou no dia 19/10/2013 seu TCC (Trabalho de Conclusão de Curso), terminado assim sua Pós Graduação. No dia 19/10/2013 os alunos do curso de Pós Graduação em Futebol e Futsal tinham que entregar e apresentar ao prof. Dr. Antonio Coppi Navarro um estudo feito sobre futebol ou futsal. Veja um breve resumo do estudo feito pelo prof. Marco Moreira, onde envolveu as atletas de futsal feminino do DEC/SJRio Pardo:TÍTULO:  PERFIL DE IMC, SOMATOTIPO, AGILIDADE E RESISTÊNCIA ANAERÓBICA LÁCTICA EM ATLETAS DE FUTSAL FEMININO DAS CATEGORIAS SUB 15, 17, 19 E ADULTO DO MUNICÍPIO DE SÃO JOSÉ DO RIO PARDO.
Orientador: Prof. Dr. Antonio Coppi Navarro
Co-orientador: Prof. Dr. Marcelo Callegari Zanetti
INTRODUÇÃO:  O futsal é uma das modalidades esportivas mais praticadas no Brasil, sendo que o futsal feminino vem ganhando espaço cada vez mais no Brasil e no mundo.  OBJETIVO:  O objetivo desse estudo foi verificar e comparar às possíveis diferenças do índice de massa corporal (IMC), somatotipo, agilidade e resistência anaeróbica láctica de atletas de futsal feminino das categorias sub 15, 17, 19 e adulto do município de São José do Rio Pardo.
MATERIAIS E MÉTODOS:  O estudo foi autorizado pelo Diretor Presidente em exercício do DEC – Departamento de Esportes e Cultura de São José do Rio Pardo. Foram avaliadas 45 atletas integrantes da equipe de futsal feminino das categorias sub 15, 17, 19 e adulto, todas as amostradas participaram livre e espontaneamente do experimento e assinaram termo de consentimento livre e esclarecido antes do início do protocolo experimental. Para a realização do estudo foram realizadas duas sessões de avaliação. Em relação aos testes de composição corporal optamos pela aplicação do IMC (como forma de apresentar os índices de massa corporal) e o somatotipo (que buscou definir o perfil somatotípico das atletas). Por meio do teste do Shuttle Run, verificamos a agilidade, na qual as atletas executam movimentos rápidos e ligeiros com mudanças de direção no mínimo tempo possível. No teste de 40’ obtém a determinação da capacidade anaeróbica láctica, com duração de 40 segundos a atleta corre o máximo possível, obtendo assim à distância percorrida. Utilizamos a Estatística Descritiva a fim de apresentar valores médios, desvio padrão, máximo e mínimo.
RESULTADOS E DISCUSSÃO:  No IMC os resultados demonstraram haver diferenças crescentes nos valores médios nas categorias sub 15, 17, 19 e adulto. Tal aumento que parece se acentuar na categoria adulta. Apesar dessas diferenças, as médias encontradas correspondem aos valores considerados normais (OMS, 2007) de IMC (17,8 a 24,9 kg/m²). No estudo de ZIERHUT, (2011) analisando o IMC em atletas de futsal masculino, o valor médio (23,9) demonstrou que a equipe está dentro da faixa considerado normal (OMS, 2007) de IMC (17,8 a 24,9 kg/m²), o que também aconteceu com os nossos resultados que apresentaram os valores  médios no sub 15 (20,1), 17 (20,9), 19 (21,3) e adulto (23,6).
No somatotipo os resultados demonstraram que as categorias sub 15, 17 e 19 apresentaram um perfil somatotípico endo-ectomorfo. Já, a categoria adulta apresentou uma característica endo-mesomorfa. Em um estudo de QUEIROGA et al. (2008), com atletas de futsal feminino apresentaram um perfil somatotípico meso-endomorfo, o que não aconteceu com nossos resultados, já que, nas categorias sub 15, 17 e 19 apresentaram um perfil somatotípico endo-ectomorfo. Já, a categoria adulta apresentou uma característica endo-mesomorfa.
No Shuttle Run os resultados demonstraram uma similaridade nos valores médios nas categorias sub 15, 17, 19 e adulto. Porém, na categoria sub 15, apesar dos valores médios serem bem próximos, a média ficou um pouco acima em relação às outras categorias. No estudo de ZIERHUT, (2011) sobre utilização dos testes de shuttle run para verificar desempenho em atletas de futsal masculino, tiveram valores médios (9,86) o que os classifica nesse estudo como dentro da média, o que não aconteceu com nossos resultados, já que, a média nas categorias sub 15 (12,4), 17 (12,1), 19 (12,0) e adulto (12,1) foram classificados como regular.
No teste de 40’ os resultados demonstraram haver diferenças crescentes nos valores médios nas categorias sub 15, 17 e 19 e menor média na categoria adulto. A categoria sub 19 apresenta média um pouco acima em relação às outras categorias. Em um estudo de SILVA, (2012) para análise da aptidão física de uma equipe de futebol masculino, no teste de 40’ os atletas tiveram uma média (259,1) que se aproximou bastante da proposta por MATSUDO (1979) que é de 261,6 para o masculino, o que não aconteceu com nossos estudos, já que as médias nas categorias sub 15 (132,4), 17 (133,3) e 19 (133,6), e adulto (130,8) ficaram abaixo da proposta de MATSUDO (1979) que é de 201,0 para o feminino.
CONCLUSÃO:  Com base nos resultados encontrados, concluímos que o grupo de atletas avaliadas nesse estudo é bastante heterogêneo, os resultados alcançados foram os mais variados possíveis de categoria para categoria e dentro da sua própria categoria, porém podemos dizer que o mesmo indivíduo não apresenta o mesmo perfil físico em todas as avaliações. Por isso, seria interessante analisar mais atletas das categorias sub 15, 17, 19 e adulto de outras equipes para fortalecer as conclusões encontradas neste estudo.
Após a apresentação do estudo, o prof. do curso Dr. Antonio Coppi Navarro avaliou o trabalho e deu a nota 10, com indicação para publicação do artigo na revista de artigos científicos R.B.F.F. (Revista Brasileira de Futebol e Futsal).
Com isso, o prof. Marco Moreira recebe agora o título de Prof. Especialista.
"Queria agradecer a todas as meninas do futsal feminino do DEC que aceitaram em participar como amostra do meu estudo .... sem elas esse estudo não seria possível ser realizado .... muito obrigado" - disse o Prof. Especialista Marco Moreira. Vejam abaixo as fotos enviadas por Marco Moreira para divulgação neste site.



Fotos
Para ver as fotos em tamanho maior, basta clicar sobre ela.


Publicada em : 04/11/2013, por Paulão



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